Representantes do CBH-Doce participam de encontro do Conselho Consultivo da Fundação Renova


17 ago/2017

Para discutir o plano de manejo de rejeitos e outros temas relacionados à recuperação da Bacia do Rio Doce, membros do Conselho Consultivo da Fundação Renova participaram, no último dia 10, do 5º encontro do grupo, realizado na sede da Fundação, em Belo Horizonte. Estiveram na reunião, representando o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (CBH-Doce), Senisi Almeida Rocha, Hernani Ciro Santana, Carlos Alberto Sangália e José Geraldo Rivelli.

Na pauta, estavam em destaque os seguintes temas: direcionamentos estratégicos da Fundação, plano de manejo de rejeitos e planejamento dos programas previstos no Termo de Transação de Ajustamento de Conduta (TTAC), política de apoio a projetos de investimento social e relatos sobre o trabalho feito pela área de comunicação.

Também foram empossados dois novos membros do conselho: Geraldo Gonçalves de Carvalho, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Mariana e Maria Auxiliadora de Fátima Costa e Souza, coordenadora da Pastoral do Menor da Igreja Católica, representando a cidade de Rio Doce. Resta uma vaga para completar o Conselho, que deverá ser preenchida por um representante indígena.

Os próximos encontros do Conselho Consultivo serão realizados de forma itinerante, sendo alternados entre a sede da Fundação, em Belo Horizonte, e as cidades da Bacia do Rio Doce, incluindo, também, visitas a campo para analisar de perto o que vem sendo feito pela recuperação da Bacia.

Entenda o Conselho Consultivo

Após o rompimento da barragem de rejeitos da Samarco, em Fundão, distrito de Mariana/MG, em novembro de 2015, foi assinado um Termo de Transação de Ajustamento de Conduta (TTAC) entre a Samarco e suas acionistas, governos estaduais de Minas Gerais e Espírito Santo e o Governo Federal.

Para validar e indicar soluções para as atividades de reparação indicadas no termo foi criado o Conselho Consultivo, que apoia na intermediação das relações entre a Fundação e a sociedade civil. Com a participação do CBH-Doce e de representantes dos órgãos relacionados à gestão ambiental e de recursos hídricos como: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama); Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); Agência Nacional de Águas (ANA); Instituto Estadual de Florestas (IEF); Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM); Agência Estadual de Recursos Hídricos do Espírito Santo (Agerh), o Conselho cria um diálogo sobre as ações realizadas junto às comunidades impactadas pelo rompimento da barragem, definindo soluções específicas para cada cenário, respeitando suas características e necessidades.


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